O UNICEF está presente
em mais de 190 países

 

Com o apoio de nossos doadores e parceiros, trabalhamos nos lugares mais difíceis do mundo para levar ajuda humanitária e esperança para as crianças cuja vida está ameaçada por conflitos, crises, pobreza, desigualdade e discriminação. Estima-se que 535 milhões de crianças – quase uma em cada quatro – vivem em países afetados por conflitos ou desastres. Frequentemente, elas não têm acesso a cuidados médicos, educação de qualidade nem proteção.

Apesar de grandes avanços que muitos países vêm promovendo, várias crianças estão sendo deixadas para trás por causa de gênero, raça, religião, grupo étnico ou condição física. Além disso, muitas vivem em comunidades extremamente pobres e difíceis de serem alcançadas. Ao se tornar um Amigo da Criança, você começou a ajudar não somente meninas e meninos brasileiros.

Uma parte da sua doação é fundamental para compor nossos fundos internacionais, que chegam a várias dessas crianças nas emergências ao redor do globo.

 


 

Veja, ao lado, o que fizemos em 2017 com o apoio de milhares de pessoas solidárias como você.

Saúde

13,6 milhões
de crianças
foram vacinadas
contra o sarampo

Água

29,9 milhões
de pessoas
tiveram acesso
a água potável

Proteção à Criança

2,8 milhões
de crianças
tiveram apoio
psicossocial

Nutrição

2,5 milhões
de crianças
receberam
tratamento
para desnutrição
aguda grave

Educação

5,5 milhões
de crianças
tiveram acesso
à educação
formal
ou não formal

 


 

Roberto Correia

"Foi uma grande honra ter sido selecionado para esta emergência, causada pelo furacão Irma, para a qual eu estava plenamente consciente e preparado. Logo percebi que todo meu trabalho tinha de estar em sintonia com a rápida resposta à emergência.

Fornecedores, funcionários e consultores no campo precisavam receber seus recursos para continuar o esforço de socorro que, em alguns casos, era uma questão de vida ou morte.

Ao ver isso, você entende a importância do seu papel e a importância do UNICEF na forma como respondemos a esses desastres."

Robert Correira, nosso colega brasileiro da área de Finanças, que foi recrutado para ação de emergência em Barbados, após o furacão Irma.

 


 

México

MÉXICO

Jesus, 7 anos, em frente às ruínas de sua casa destruída no México que, em 2017, foi atingido por dois terremotos, afetando a vida de milhões de pessoas. Com rapidez, o UNICEF mobilizou uma campanha mundial para ajudar crianças e famílias atingidas por esta catástrofe. O Brasil participou desta emergência e, com apoio de seus doadores e de outros países, as equipes do UNICEF: ajudaram a estabelecer escolas temporárias; forneceram água potável aos municípios mais atingidos; criaram “Espaços Amigos da Criança”, entre outras ações.

GUATEMALA

GUATEMALA

Danilo, de 9 meses, tem síndrome congênita de Zika e microcefalia. Ele vai para a terapia e participa de atividades de aprendizagem e outros serviços para crianças com microcefalia. Crianças que foram afetadas pela mesma síndrome e outros distúrbios congênitos são apoiadas pelo UNICEF em toda a América Latina e Caribe.

HAITI

HAITI

Ouanaminthe, no Haiti, foi uma das áreas mais afetadas pelo furacão de categoria 5 Irma. A preocupação imediata do UNICEF foi levar água potável e saneamento às comunidades afetadas, assim como serviços de proteção infantil para crianças e adolescentes, incluindo apoio psicossocial e locais seguros para que as crianças possam continuar estudando. Antes mesmo da tempestade, o UNICEF preparou suprimentos para remeter às áreas mais afetadas.

SUDÃO DO SUL

SUDÃO DO SUL

Maria John tem 2 anos e foi diagnosticada com desnutrição aguda grave, mas está se recuperando. Isto se deve à porção de leite terapêutico – rico em nutrientes e fácil de digerir –, disponibilizado em um centro de estabilização de pacientes internados apoiado pelo UNICEF, no Hospital Infantil Al Sabbah, Juba, Sudão do Sul. Quando Maria foi admitida pela primeira vez no centro de internação, pesava pouco mais de 6 quilos.

IÊMEN

IÊMEN

Bebês e crianças lotam as camas na enfermaria pediátrica ligada ao Hospital Al-Thawra, Sana’a, no Iêmen. Desde março de 2017, as crianças estão vivendo à beira da fome. A desnutrição generalizada aumentou drasticamente o risco de contrair doenças.

QUÊNIA

QUÊNIA

Mãe carrega seu filho em meio à seca severa na vila de Badanrero, distrito de Marsabit, no Quênia. O UNICEF ajuda o governo fornecendo assistência vital às famílias afetadas: enviou 12 mil caixas de alimentos terapêuticos para o tratamento de 12 mil crianças com doenças graves e, para permitir o acesso à água, os governos locais estão recebendo apoio para reabilitar os poços quebrados. 90 mil crianças menores de 5 anos, incluindo as mães que amamentam, estão recebendo serviços médicos.

IRAQUE

IRAQUE

A Escola Farahedee, que foi atinginda por balas e explosões, foi reabilitada pelo UNICEF para que meninas e meninos pudessem voltar a estudar. Atualmente, 1,5 mil crianças frequentam a escola, participam de aulas e são educadas sobre o risco das minas terrestres. A escola tem tido uma demanda muito grande para aumentar a sua capacidade devido ao afluxo de estudantes do oeste de Mosul. Segundo Abrar, de 11 anos, “é um sonho poder voltar à escola novamente”.

MALÁSIA

MALÁSIA

40% dos 20 milhões de internautas na Malásia são crianças e jovens com menos de 24 anos de idade. À medida que o número de usuários cresce, aumentam também os riscos de violência contra as crianças nesse meio de comunicação. Só em 2015, crianças de 10 a 18 anos constituíam 80% das vítimas estupradas por um conhecido de internet. Jovens ativistas da Malásia têm apoio do UNICEF para enfrentar esse problema.

BANGLADESH

BANGLADESH

Em Bangladesh, crianças ouvem uma história no campo de Balukhali para refugiados Rohingya, no distrito de Cox’s Bazar. Desde o final de agosto de 2017, cerca de 646 mil pessoas fugiram de Myanmar para o país vizinho Bangladesh como forma de escapar da violência em sua terra natal. Mais de metade delas são crianças, muitas com extrema necessidade de apoio para sobreviver. Nos campos de Rohingya, elas têm acesso a 106 espaços apoiados pelo UNICEF.

UCRÂNIA

UCRÂNIA

Sasha, 6 anos, e outros estudantes da primeira série participam de uma aula na escola Toretsk Nº 20. As atividades começaram a tempo, apesar do conflito armado no qual eles vivem, que danificou ou destruiu mais de 740 escolas no leste da Ucrânia desde o início de 2014.

 


 

Em alguns casos, infelizmente, as conquistas foram limitadas por falta de recursos, falta de segurança e acesso inadequado para o pessoal humanitário.

Com a sua ajuda, podemos fazer mais em 2018!

Contamos com você.
MUITO OBRIGADO.