O UNICEF está presente
em mais de 190 países

 

Com a contribuição de nossos doadores e parceiros, garantimos ajuda humanitária para diversos lugares do mundo, levando esperança para as crianças cujas vidas estão ameaçadas por conflitos, crises, pobreza, desigualdade e discriminação. Mais de 41 milhões de crianças vivem em países afetados por conflitos ou desastres. Constantemente, elas não possuem acesso a cuidados médicos, educação de qualidade nem proteção. Apesar de grandes avanços que muitos países vêm realizando, várias crianças estão sendo deixadas para trás por causa de gênero, raça, religião, grupo étnico ou condição física. Além disso, muitas vivem em comunidades extremamente pobres e difíceis de serem alcançadas.

Ao se tornar um Amigo da Criança você não ajuda apenas as crianças brasileiras. Uma parte da sua doação é fundamental para compor nosso fundo internacional, que chega a várias dessas crianças em situação de emergência ao redor do mundo.

 


 

Veja, abaixo, o que fizemos em 2018 com o apoio de
milhares de pessoas solidárias como você.

Saúde

 

equador

EQUADOR

O UNICEF está expandindo sua resposta para ajudar crianças migrantes e famílias na garantia do acesso a água potável e saneamento, educação, saúde e nutrição, bem como proteção para todas as crianças que precisam de assistência. No Equador, as autoridades locais identificaram Isabelle* (nome fictício para proteger sua identidade), uma menina venezuelana de 15 anos, que na época viajou sozinha e sem documentos com destino ao Peru.

senegal

SENEGAL

Mais de 1,3 milhão de crianças com menos de cinco anos necessitam de tratamento para desnutrição severa em seis países africanos do Sahel. Além de fornecer apoio urgente ao tratamento, o UNICEF tem trabalhado com governos locais nos países do Sahel para prevenir a desnutrição por meio da promoção de boas práticas de alimentação e uso de recursos alimentares locais, melhoria da saúde e outros serviços sociais. O objetivo é ajudar a identificar rapidamente as crianças com desnutrição e salvar suas vidas.

SUDÃO DO SUL

SUDÃO DO SUL

Conflito e subdesenvolvimento têm atormentado o Sudão do Sul há décadas, deixando as crianças fora da escola, desnutridas e vulneráveis a doenças, abuso e exploração. O apoio do UNICEF aos refugiados do país, até hoje inclui, entre outros: mais de 90 mil crianças examinadas para verificar desnutrição e 1.713 tratadas por desnutrição aguda severa; cerca de 10 mil crianças em idade escolar recebendo apoio educacional e 8.560 crianças receberam proteção infantil, incluindo apoio psicossocial.

SÍRIA

SÍRIA

À medida que as famílias retornam às áreas recém-acessadas em Dara’a e em outros lugares da Síria, o risco de exposição a explosivos remanescentes de guerra aumenta. Desde janeiro deste ano, mais de 974 mil crianças e cuidadores de toda a Síria receberam educação sobre o risco de salvar vidas. O UNICEF e parceiros estão fornecendo serviços como educação, água e saneamento, saúde e nutrição e proteção à criança.

IÊMEN

IÊMEN

O UNICEF trabalhou contra o relógio no Iêmen para salvar as crianças que sofrem de desnutrição e várias doenças. As metas vêm sendo, entre outras, chegar a 275 mil crianças desnutridas com suprimentos e cuidados essenciais para salvar vidas, levar água limpa para mais de cinco milhões de pessoas e garantir que um milhão de crianças recebam vacinas e cuidados de saúde.

INDONÉSIA

INDONÉSIA

Quando um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a ilha indonésia de Sulawesi, seguido por um tsunami, a situação para milhares de crianças ficou extremamente precária. O UNICEF e parceiros locais garantiram cuidados básicos e proteção para as crianças, zelando pela sua segurança e bem- -estar. Além da ajuda direta com itens de sobrevivência, o UNICEF atuou no processo de identificação de crianças separadas ou desacompanhadas de suas famílias, apoiando o rastreamento e o reagrupamento familiar.

PAPUA NOVA GUINÉ

PAPUA NOVA GUINÉ

Em fevereiro, a Papua Nova Guiné foi atingida por terremotos de magnitude 7,5, com deslizamentos e destruição. Pelo menos 125 mil crianças precisavam de assistência urgente. O UNICEF trabalhou com parceiros e com o governo da Papua Nova Guiné para minimizar os impactos para as crianças. Nossas equipes levaram vacinas, purificadores de água, kits de higiene e saneamento básico para evitar surtos de doenças, promoveram atendimentos psicossociais e espaços de aprendizagem com instalações de água e de higiene para crianças e mulheres.

BANGLADESH

BANGLADESH

Cerca de 27 mil refugiados rohingyas viviam, em 2018, no campo de refugiados de Kutupalong – um dos 13 lugares apoiados pelo UNICEF por meio de ONGs parceiras como Parceiros em Saúde e Desenvolvimento. O centro oferece imunização, nutrição e espaço/apoio para amamentação, tratamento, consultas e medicação. O centro é composto por dois agentes de saúde, quatro paramédicos e oito conselheiros voluntários que vão de porta em porta e incentivam as famílias a usar os serviços.

 


 

DIÁRIO DE BORDO

Sara

“Há alguns meses, tenho me envolvido profundamente em ajudar as crianças rohingyas. É uma das experiências mais difíceis que já experimentei. Milhares de crianças chegam, após dias de caminhada, com traumas difíceis de superar. Em um dos centros de proteção, uma garota me contou o que seu desenho significava: os militares haviam matado, na frente dela, todos os seus irmãos e amigos enquanto eles jogavam futebol. Imediatamente depois, ela olhou para mim com imensa doçura e sorriu. Mais uma vez eu percebi o trabalho espetacular que fazemos no UNICEF e que permite que milhares de crianças redescubram um certo nível de normalidade dentro do pesadelo que estão vivendo. Sinto-me enormemente privilegiada por trabalhar no UNICEF.”

Sara Bordas, chefe de Operações do UNICEF em Bangladesh

jane

“Nunca vou me esquecer da Dalia. Uma menina de uns 5 anos, que saiu do meio de todas as pessoas da comunidade que nos esperavam na beirada do rio, abriu um sorriso, me pegou pela mão e se propôs a ser minha guia naquele dia. Dalia é uma de muitas meninas que vivem em comunidades perdidas no meio da Amazônia peruana, com acesso precário a saneamento básico e a qualquer sistema de saúde”. Na comunidade da Dalia, o UNICEF estava desenvolvendo um projeto de pré-natal e acompanhamento de grávidas até o parto.

Jane Agostini, especialista em Marketing do UNICEF Brasil, esteve no Peru em setembro de 2018.

Marcelo Brito

“Conhecer o povo massai foi uma honra. Do ponto de vista humanitário, verificar que as crianças massais têm acesso à escola e conhecer a primeira jovem massai a frequentar uma universidade e suas dificuldades nesse processo, reforça a certeza de como os direitos humanos transformam a vida das pessoas.”

No Quênia, o UNICEF vem trabalhando em várias ações, como as de apoio ao governo local na resposta à seca, fornecendo mercadorias, monitoramento e ajuda que salvam vidas, incluindo o tratamento de muitos milhares de crianças para desnutrição severa aguda.

Marcelo Brito, Data Control no UNICEF Brasil, esteve no Quênia em agosto de 2018.